quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Conhecer a verdade sobre si mesmo

Aderir ao Projeto de Deus é mergulhar em uma via de amor que, em meio aos desafios inerentes ao caminhar rumo ao desconhecido, nos leva a profundas descobertas de quem somos de fato, da nossa verdade, e na descoberta da verdade encontramos a Deus que é a Verdade absoluta.
     Santo Agostinho, no seu livro “Confissões”, diz: “Onde encontrei a verdade, aí encontrei o meu Deus, que é a própria verdade, da qual nunca mais me esqueci, desde o dia em que a conheci”. É este encontro com Deus que nos tira das nossas cegueiras espiritual e humana e nos leva a descobrir a verdade que muitas vezes, ou quase sempre, nos é dolorosa pelo fato de nos vermos como realmente somos: pecadores, fracos, lentos, imperfeitos, miseráveis até.
     Mas ao nos depararmos com a verdade de como somos, as nossas trevas são dissipadas e o amor misericordioso de Deus vem ao nosso encontro para curar as feridas que trazemos em nós, que foram causadas pelo pecado, pela má educação e pela imposição da mentalidade do mundo com suas inverdades que nos seduzem e nos tiram a essência de quem nós realmente somos e nos aprisionam e alienam. Mas Deus, pleno em amor, nos envia o seu Espírito Santo – o Espírito da Verdade – que vem até nós e nos liberta das mentiras do mundo e de tudo o que nos escraviza, enfim, nos faz verdadeiramente livres.
     “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8,32).
     Aqui estão alguns questionamentos para lhe auxiliar na reflexão sobre tudo o que você traz dentro de si que pode ser ilusório, mentiras, farsas, máscaras, feridas… enfim, tudo o que é peso, grilhão, corrente, e que lhe escraviza, não permitindo que você dê passos largos no caminho da felicidade.
     Se pergunte hoje em oração, diante de Deus:
     Quem sou eu, de fato?
     O que penso de mim?
     Qual é o meu maior bem, meu tesouro?
     Onde está meu coração?
     Sou feliz? Quem ou o que é minha felicidade?
     O que tenho por verdade hoje? Isto é, de fato, verdade?
     O que ou quem é Deus na minha vida hoje?
     Não tema sua verdade, não tenha medo de se apresentar diante de Deus como você verdadeiramente é. Dê a você mesmo a oportunidade de ser livre, alce o vôo dos verdadeiros filhos de Deus. Ouse ir além do que você um dia poderia imaginar: ir além da dor, além do medo, além da razão, além de você mesmo. Viva a verdadeira felicidade e paz que somente aqueles que estão unidos à Verdade absoluta, ao Amor eterno são capazes de viver.
     Seja livre para viver o Projeto de Deus para você: o Céu! Deus o abençoe e o conduza nesta caminhada rumo ao Céu.


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Evangelho do dia 06/02/2014 Quinta-Feira

Evangelho (Mc 6,7-13)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 7Jesus chamou os doze e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros. 8Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura.
9Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. 10E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. 11Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!”
12Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. 13Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Fonte:Canção Nova 
Foto:Google 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Evangelho do dia 05/02/2014

Tendo Jesus partido dali, foi para a Sua terra; e seguiram-n'O os discípulos. Chegado o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Os Seus numerosos ouvintes admiravam-se e diziam: «Donde vêm a Este todas estas coisas que diz? Que sabedoria é esta que Lhe foi dada? E como se operam tais maravilhas pelas Suas mãos? Não é Este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? Não vivem aqui entre nós as Suas irmãs?». E estavam perplexos a Seu respeito. Mas Jesus dizia-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua terra, entre os seus parentes e na sua própria casa». E não pôde fazer ali milagre algum; apenas curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. E admirava-Se da incredulidade deles. Depois, andava ensinando pelas aldeias circunvizinhas.

Mc 6, 1-6

Fonte:spedeus

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Evangelho do dia 04/02/2014

Tendo Jesus passado novamente na barca para a outra margem, acorreu a Ele muita gente, e Ele estava junto do mar. Chegou um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo, que, vendo-O, lançou-se a Seus pés, e suplicava-Lhe com insistência: «Minha filha está nas últimas; vem, impõe sobre ela as mãos, para que seja salva e viva». Jesus foi com ele; e uma grande multidão O seguia e O apertava. Então, uma mulher que havia doze anos padecia um fluxo de sangue, e tinha sofrido muito de muitos médicos, e gastara tudo quanto possuía, sem ter sentido melhoras, antes cada vez se achava pior, tendo ouvido falar de Jesus, foi por detrás entre a multidão e tocou o Seu manto. Porque dizia: «Se eu tocar, ainda que seja só o Seu manto, ficarei curada». Imediatamente parou o fluxo de sangue e sentiu no seu corpo estar curada do mal. Jesus, conhecendo logo em Si mesmo a força que saíra d'Ele, voltado para a multidão, disse: «Quem tocou os Meus vestidos?». Os Seus discípulos responderam: «Tu vês que a multidão Te comprime, e perguntas: “Quem Me tocou?”». E Jesus olhava em volta para ver quem tinha feito aquilo. Então a mulher, que sabia o que se tinha passado nela, cheia de medo e a tremer, foi prostrar-se diante d'Ele, e disse-Lhe toda a verdade. Jesus disse-lhe: «Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e fica curada do teu mal». Ainda Ele falava, quando chegaram da casa do chefe da sinagoga, dizendo: «Tua filha morreu; para que incomodar mais o Mestre?». Porém, Jesus, tendo ouvido o que eles diziam, disse ao chefe da sinagoga: «Não temas; crê somente». E não permitiu que ninguém O acompanhasse, senão Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. Ao chegarem a casa do chefe da sinagoga, viu Jesus o alvoroço e os que estavam a chorar e a gritar. Tendo entrado, disse-lhes: «Porque vos perturbais e chorais? A menina não está morta, mas dorme». E troçavam d'Ele. Mas Ele, tendo feito sair todos, tomou o pai e a mãe da menina e os que O acompanhavam, e entrou onde a menina estava deitada. Tomando a mão da menina, disse-lhe: «Talitha kum» , que quer dizer: «Menina, Eu te mando, levanta-te». A menina imediatamente levantou-se e andava, pois tinha já doze anos. Ficaram cheios de grande espanto. Jesus ordenou-lhes com insistência que ninguém o soubesse. Depois disse que dessem de comer à menina.

MC 5, 21-43

Seguimos Deus 

Fonte:spedeus

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Evangelho do dia 03/02/2014


Chegaram ao outro lado do mar, ao território dos gerasenos. Ao sair Jesus da barca, foi logo ter com Ele, saindo dos sepulcros, um homem possesso de um espírito imundo. Tinha o seu domicílio nos sepulcros, e já ninguém conseguia segurá-lo com cadeias. Tendo sido preso muitas vezes com grilhões e com cadeias, tinha quebrado as cadeias e despedaçado os grilhões e ninguém o podia dominar. E sempre, dia e noite, andava pelos sepulcros e pelos montes, gritando e ferindo-se com pedras. Ao ver de longe Jesus, correu e prostrou-se diante d'Ele e clamou em alta voz: «Que tens Tu comigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Por Deus eu Te conjuro que não me atormentes». Porque Jesus dizia-lhe: «Espírito imundo sai desse homem». Depois perguntou-lhe: «Como te chamas?». Ele respondeu: «O meu nome é Legião, porque somos muitos». E suplicava-Lhe insistentemente que não o expulsasse daquela região. Andava ali, próximo do monte, uma grande vara de porcos a pastar. Os espíritos imundos suplicaram-Lhe: «Manda-nos para os porcos, para nos metermos neles». Jesus consentiu. Então os espíritos imundos saíram e entraram nos porcos, e a vara, que era de cerca de dois mil, precipitou-se por um despenhadeiro no mar onde se afogaram. Os guardadores fugiram e contaram o facto pela cidade e pelos campos. E o povo foi ver o que tinha sucedido. Foram ter com Jesus e viram o que tinha estado possesso do demónio sentado, vestido e são do juízo; ele, que tinha estado possesso de uma legião inteira; e tiveram medo. Os que tinham visto contaram-lhes o que tinha acontecido ao endemoninhado e aos porcos. Então começaram a pedir a Jesus que se retirasse do seu território. Quando Jesus subia para a barca, o que fora possesso do demónio começou a pedir-Lhe que lhe permitisse acompanhá-l'O. Mas Jesus não o permitiu, antes lhe disse: «Vai para tua casa, para os teus, e conta-lhes tudo o que o Senhor te fez, e como teve piedade de ti». Ele retirou-se Ele retirou-se e começou a proclamar pela Decápole que grandes coisas Jesus lhe tinha feito; e todos se admiravam.

Mc 5, 1-20

Seguimos Deus

Fonte:spedeus

Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará.



Nem ferramenta forjada nem língua de trapo!

" Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; " Isaías 54:17

Existe um grande martelo nas fornalhas e nas forjas do inimigo. Estão fabricando armas  para que aniquilem os santos. Eles não poderiam nem mesmo fazer isso se o Senhor não o permitisse; pois Ele criou ao forjador que sopra os carvões no fogo. Porem, vejam como diligentemente trabalham! Quantas espadas e lanças eles modelam! Não importa, pois na face da cada arma pode se ler essa inscrição: Não prosperará.

Agora, escutem outro ruido: trata-se da contenda das línguas. As línguas são instrumentos mais terríveis que os que podem forjar com martelos e bigornas, e o mal que infligem corta mais profundamente e tem um maio alcance. O que será de nós agora? A calúnia, a falsidade, a insinuação, o ridículo: essas coisas constituem flechas envenenadas; como podemos enfrentar-las? O Senhor Deus nos promete que, se não podemos silenciar as línguas, pelo menos escaparemos de ser arruinados por elas. Nos condenam por um momento, mas nós as condenaremos ao fim , e para sempre. A boca daqueles que falam será calada, e suas falsidades serão tomadas para honra desses homens bons que sofream por causa delas.


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trad. Projeto Spurgeon

FÉ INFANTIL E FÉ PUERIL


O salmo 131, um dos mais curtos, mostra a diferença entre a confiança pueril e a confiança infantil em Deus:
Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes. Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim.
De fato, acalmei e tranqüilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança.
Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, desde agora e para sempre!
O cristão deve ser não como uma criança que chora desesperada para mamar, mas como uma criança recém-amamentada que dorme ao lado da mãe, feliz por estar com ela. E, exatamente como a criança aos poucos perde o hábito de considerar a mãe a única fonte de satisfação de seus desejos e aprende a amá-la por si mesma, o cristão, depois de lutar, chega ao estado de espírito no qual anseia por Deus em Si mesmo, e não como meio de satisfação de seus desejos. O centro gravitacional da sua vida mudou.
Dependência doentia versus confiança pueril. Com frequência sinto que estou andando em uma corda bamba entre fé infantil e a fé pueril. A diferença, contudo, é crucial: um tipo de fé me mantém em infância perpétua, enquanto a outra conduz a um relacionamento adulto com Deus.
Philip Yancey, em “O DEUS (IN)VISÍVEL”

Evangelho do dia 02/02/2014 Domingo

Evangelho (Lc 2,22-40): E quando se completaram os dias da purificação, segundo a lei de Moisés, levaram o menino a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor, conforme está escrito na Lei do Senhor: «Todo primogênito do sexo masculino será consagrado ao Senhor”. Para tanto, deviam oferecer em sacrifício um par de rolas ou dois pombinhos, como está escrito na Lei do Senhor. 

Ora, em Jerusalém vivia um homem piedoso e justo, chamado Simeão, que esperava a consolação de Israel. O Espírito do Senhor estava com ele. Pelo próprio Espírito Santo, ele teve uma revelação divina de que não morreria sem ver o Ungido do Senhor. Movido pelo Espírito, foi ao templo. Quando os pais levaram o menino Jesus ao templo para cumprirem as disposições da Lei, Simeão tomou-o nos braços e louvou a Deus, dizendo: «Agora, Senhor, segundo a tua promessa, deixas teu servo ir em paz, porque meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória de Israel, teu povo». O pai e a mãe ficavam admirados com aquilo que diziam do menino. 

Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe: «Este menino será causa de queda e de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição — e a ti, uma espada traspassará tua alma! — e assim serão revelados os pensamentos de muitos corações». 

Havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Ela era de idade avançada. Quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. Depois ficara viúva e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do templo; dia e noite servia a Deus com jejuns e orações. Naquela hora, Ana chegou e se pôs a louvar Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Depois de cumprirem tudo conforme a Lei do Senhor, eles voltaram para Nazaré, sua cidade, na Galiléia. O menino foi crescendo, ficando forte e cheio de sabedoria. A graça de Deus estava com ele».



Fonte:Evangeli.net

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Saiba um pouco sobre o APÓSTOLO PAULO



Saiba mais sobre o apóstolo Paulo.

Youtbe.

Evangelho do dia 01/02/2014

Naquele mesmo dia, ao cair da tarde, disse-lhes: «Passemos à outra margem». Eles, deixando a multidão, levaram-n'O consigo, assim como estava, na barca. Outras embarcações O seguiram. Então levantou-se uma grande tempestade de vento, e as ondas lançavam-se sobre a barca, de tal modo que a barca se enchia de água. Jesus estava na popa a dormir sobre um travesseiro. Acordaram-n'O e disseram-Lhe: «Mestre, não Te importas que pereçamos?». Ele levantou-Se, ameaçou o vento e disse para o mar: «Cala-te, emudece». O vento amainou e seguiu-se uma grande bonança. Depois disse-lhes: «Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?». Ficaram cheios de grande temor, e diziam uns para os outros: «Quem será Este, que até o vento e o mar Lhe obedecem?». 

Mc 4, 35-41

Seguimos Deus

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Igrejas evangélicas e Católica assinam documento de reconhecimento mútuo estabelecendo “um só batismo”

Igrejas evangélicas e Católica assinam documento de reconhecimento mútuo estabelecendo “um só batismo”
A ideia de que, mesmo com suas particularidades, as igrejas cristãs reconheçam umas às outras como instituições que representam o corpo de Cristo, vem ganhando formato. Cinco igrejas históricas assinaram um documento reconhecendo oficialmente o batismo praticado entre elas, estabelecendo assim um ponto de relação.
O documento é fruto de extensos debates e foi assinado por representantes das igrejas Católica, Lusitana Apostólica Evangélica, Evangélica Metodista, Evangélica Presbiteriana de Portugal e Ortodoxa do Patriarcado da Constantinopla.
A assinatura aconteceu no último sábado, 25 de janeiro, na Catedral Lusitana de São Paulo, em Lisboa, Portugal.
O reconhecimento mútuo do batismo estabelece que um fiel que for batizado em qualquer uma das igrejas signatárias será reconhecido como batizado nas demais, assim como as cerimônias de casamento.
O conceito de unidade cristã vem sendo alentado por diversos líderes há anos, e mais recentemente o papa Francisco tocou no assunto, dizendo que pede a Deus que ajude os cristãos a superar a desunião.

Fonte:Noticias Gospel mais 

Igreja tem o direito de educar para valores morais, diz Papa

A-Igreja-tem-direito-de-educar-para-os-valores-morais-diz-PapaO Papa Francisco recebeu nesta quinta-feira, 30, uma delegação da Universidade católica norte-americana Notre Dame, de Indiana. A audiência aconteceu na Sala Clementina, no Palácio Apostólico, por ocasião da inauguração de um Centro Universitário em Roma.
Francisco agradeceu aos diretores e professores pelo empenho na educação religiosa dos jovens e por um ensinamento pautado na harmonia entre fé e razão.
“A Igreja tem o direito de educar para os valores morais mais altos, e às instituições formativas católicas compete testemunhar corajosamente a liberdade de ensino da Igreja e, sobretudo, defendê-la diante das tentativas, de onde quer que provenham, de diluí-la” alertou o Papa.
Francisco pediu que a identidade da Universidade seja preservada em sua inspiração original, e assim, possa progredir.
O Papa ressaltou ainda a necessidade de um discipulado missionário, como ele descreve na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, que deve ser vivido, de modo especial, nas Universidades Católicas.
“Elas (Universidades) são, pela própria natureza, empenhadas em mostrar a harmonia entre fé e razão e colocar em evidência a mensagem cristã por uma vida humana vivida na plenitude e autenticidade”, concluiu o Pontífice.
O Papa Francisco encerrou o encontro agradecendo a presença de todos e pediu orações por seu ministério.
Fonte:Noticias Catolicas Por Canção Nova, com Boletim da Santa Sé

Evangelho do dia 31/01/2014


Conheça a história de São João Bosco
Primeira Leitura (2Sm 11,1-4a.5-10a.13-17)
Leitura do Segundo Livro de Samuel.
1No ano seguinte, na época em que os reis costumavam partir para a guerra, Davi enviou Joab com os seus oficiais e todo o Israel, e eles devastaram o país dos amonitas e sitiaram Rabá. Mas Davi ficou em Jerusalém. 2Ora, um dia, ao entardecer, levantando-se Davi de sua cama, pôs-se a passear pelo terraço de sua casa e avistou dali uma mulher que se banhava. Era uma mulher muito bonita. 3Davi procurou saber quem era essa mulher e disseram-lhe que era Betsabeia, filha de Eliam, mulher do hitita Urias. 4aEntão Davi enviou mensageiros para que a trouxessem. Ela veio e ele deitou-se com ela. 5Em seguida, Betsabeia voltou para casa. Como ela concebesse, mandou dizer a Davi: “Estou grávida”; 6Davi mandou esta ordem a Joab: “Manda-me Urias, o hitita” E ele mandou Urias a Davi. 7Quando Urias chegou, Davi pediu-lhes notícias de Joab, do exército e da guerra. 8E depois disse-lhe: “Desce à tua casa e lava os pés”. Urias saiu do palácio do rei e, em seguida, este enviou-lhe um presente real. 9Mas Urias dormiu à porta do palácio com os outros servos do seu amo, e não foi para casa. 10a E contaram a Davi, dizendo-lhe: “Urias não foi para sua casa”. 13Davi convidou-o para comer e beber à sua mesa e o embriagou. Mas, ao entardecer, ele retirou-se e foi-se deitar no seu leito, em companhia dos servos do seu senhor, e não desceu para a sua casa. 14Na manhã seguinte, Davi escreveu uma carta a Joab e mandou-a pelas mãos de Urias. 15Dizia nela: “Colocai Urias na frente, onde o combate for mais violento, e abandonai-o para que seja ferido e morra”. 16Joab, que sitiava a cidade, colocou Urias no lugar onde ele sabia estarem os guerreiros mais valentes. 17Os que defendiam a cidade, saíram para atacar Joab, e morreram alguns do exército, da guarda de Davi. E morreu também Urias, o hitita.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 50)
— Misericórdia, ó Senhor, porque pecamos!
— Misericórdia, ó Senhor, porque pecamos!
— Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! Na imensidão de vosso amor, purificai-me! Lavai-me todo inteiro do pecado, e apagai completamente a minha culpa!
— Eu reconheço toda a minha iniquidade, o meu pecado está sempre à minha frente. Foi contra vós, só contra vós, que eu pequei. E pratiquei o que é mau aos vossos olhos!
— Mostrais assim quanto sois justo na sentença, e quanto é reto o julgamento que fazeis. Vede, Senhor, que eu nasci na iniquidade e pecador já minha mãe me concebeu.
— Fazei-me ouvir cantos de festa e de alegria, e exultarão estes meus ossos que esmagastes. Desviai o vosso olhar dos meus pecados e apagai todas as minhas transgressões!

Evangelho (Mc 4,26-34)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 26Jesus disse à multidão: “O reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. 27Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece. 28a A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga. 29Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou”. 30E Jesus continuou: “Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo?31° Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. 32Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra”! 33 Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam compreender. 34E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Canção Nova

Evangelho do dia 30/01/2014

Jesus dizia-lhes: “Será que a lâmpada vem para ficar debaixo de uma caixa ou debaixo da cama? Pelo contrário, não é ela posta no candelabro? De fato, nada há de escondido que não venha a ser descoberto; e nada acontece em segredo que não venha a se tornar público. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!” Jesus dizia-lhes: “Considerai bem o que ouvis! A medida que usardes para os outros, servirá também para vós, e vos será acrescentado ainda mais. A quem tem, será dado; e a quem não tem, será tirado até o que tem”.


Fonte:Portal Paulinas

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Humildade, vaidade e serviço

Numa passagem de seu Evangelho (Lc 14,1.7-14), Lucas nos faz entrar, com Jesus, na casa de um fariseu. Em defesa dos fariseus, é bom que se diga logo: participavam desse grupo, surgido um século antes de Cristo, pessoas sérias, que tinham normas morais elevadas e observavam com rigor as leis religiosas.

Ao contrário dos saduceus, facção religiosa judaica da mesma época, os fariseus acreditavam na imortalidade da alma e na ressurreição do corpo. O problema é que sua observância rigorosa das leis aos poucos perdeu o sentido, pois suas ações não eram conduzidas pelo amor, mas pela vaidade. Daí as críticas que receberam de João Batista (“raça de víboras”) e de Jesus (“hipócritas”). Voltemos à casa do fariseu que convidou Jesus para o almoço. Não somos os únicos convidados: muitos outros chegaram antes de nós e, com a maior naturalidade, ocuparam logo os melhores lugares. Jesus a tudo observa e, através de uma parábola, dá uma lição: “Quando fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar. Pode ser que tenha sido convidado alguém mais importante… Quando fores convidado, vai sentar-te no último lugar… Quem se exalta, será humilhado e quem se humilha, será exaltado.”
Olhemos ao nosso redor, não para julgar os que nos rodeiam, mas para aprender com o seu comportamento. Na organização da nossa sociedade, a vaidade tem uma cadeira cativa. Para muitos, o importante é aparecer e ser admirado por todos, ocupar postos importantes e manter-se em lugares de destaque. Quantas pessoas constroem a sua vida em função de tais desejos, mesmo que para isso seja necessário passar por cima de outros e cometer injustiças! Para eles, o importante é serem admirados, aclamados e louvados. Isso lhes faz bem; deixa-os satisfeitos. Pior para crianças e jovens que nascem e vivem em ambientes assim! Cedo concluem: o dinheiro dá prestígio e poder; o poder dá “status”; o “status” dá felicidade… A vaidade passa, então, a ser vista como uma virtude; as necessidades dos outros, como “azar”, “resultado da preguiça”, “vagabundagem”…
A lógica de Jesus Cristo é a do serviço. Os dons (talentos), as riquezas e o poder devem ser colocados a serviço dos outros. Ele nos ensina que o problema não é ter, mas apegar-se (claro: quanto mais se tem, maior é a facilidade do apego!). Não é errado ter poder; errado é usá-lo em benefício próprio; não é um mal ter inteligência e boa formação: grave é quando tais capacidades são usadas para dominar os outros, de forma rápida e eficaz.
Voltemos nossa atenção para o almoço na casa do fariseu. Tudo indica que convidaram Jesus para melhor observá-lo: quem sabe, poderiam vê-lo cair em contradição em algum ponto importante de sua doutrina… Teriam, então, uma bela oportunidade para criticá-lo. Seu comentário final deve tê-los deixado surpresos: “Quando deres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos! Então serás feliz, pois estes não têm como te retribuir”.
Para Jesus, o olhar que dá a verdadeira dimensão dos acontecimentos é o olhar do Pai. Afinal, o que levamos dessa vida? Prestígio duramente conquistado? Louvores, elogios e palmas? Ações compradas na Bolsa? Dinheiro aplicado em bancos internacionais? Fama e bom nome?
Todos acreditam na morte; talvez o grande problema é que muitos não acreditam em sua própria morte. Ou, então, acham que só morrerão depois de muitas e muitas décadas. Para esses é impensável assumir como norma de vida a observação de Jesus: “Receberás a recompensa na ressurreição dos justos”.
O Evangelho é uma proposta de vida. Sua verdade não depende de nossa aceitação ou não. Isto é, não é porque nele acreditamos que ele passa a ser verdadeiro; não é porque alguém deixa de acreditar nele que o seu conteúdo não o atingirá. O Evangelho tem em seu fundamento em uma pessoa que morreu e ressuscitou: Jesus Cristo, o filho eterno do Pai. Se o aceitarmos, teremos vida abundante; se não o aceitarmos, nossa vida não passará de uma bela (e efêmera!) bolha de sabão…
Fonte:Noticias Catolicas Por Dom Murilo S.R. Krieger - Arcebispo de Salvador (BA) – Primaz do Brasil