sábado, 9 de agosto de 2014

A marca de um Verdadeiro Discípulo de Cristo


Nisto  todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes  uns aos outros. (João 13:35)
Por Frankcimarks Oliveira
         Ninguém se engane, Deus não se deixa convencer por meras palavras ou conhecimento teológico. Muitos são os que sabem tudo sobre dogmas e doutrinas, porém muito pouco ou quase nada sobre o mandamento de Deus  .
         Temos visto tantos "sábios" discutindo acerca de tanta coisa;   Eles  desligam pessoas da comunhão porque estas não se enquadram naquilo que chamam de ortodoxia. Mas estes mesmos se condenam, pois estão reprovados na prova básica do cristianismo que é o amor.
         Nosso  Senhor  foi  tão  claro ao dizer : Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. (João 13:35) Ora, nós nos dizemos cristãos e não percebemos  as graves implicações deste  rótulo. Quem foi Jesus Cristo? – a encarnação do amor perfeito de Deus. Por isso ele disse que a marca de seus seguidores será o amor fraternal.
         Você pode frequentar templos e sinagogas; usar roupas decentes  e vestidos longos; pode carregar uma Bíblia para todos os lugares; parecer piedoso e moralista, mas apenas o amor será requerido  de nós naquele último dia. Amigos, quem não ama não é nascido de Deus , porque Deus é amor. Se odiamos nosso próximo, então estamos em trevas.
         Conhecer a Bíblia não faz de você uma pessoa melhor diante  de Deus. Conheço muitos religiosos conhecedores profundos dos discursos humanos acerca do Eterno, mas vazios do Espírito Santo. Muitas  guerras  foram feitas em nome de Deus e através da Bíblia. Milhões já morreram por causa de supostos  fieis de Deus que não suportavam ver o nome de Deus ser ultrajado. Que loucura esta! Deus não precisa de advogados que pleiteiem sua causa.
         Ele mesmo sendo Deus humilhou-se a si mesmo como servo. Foi ele quem lavou os pés de seus discípulos mesmo sendo Mestre e Senhor para que assim como ele , fôssemos nós também. O que Deus deseja é que nos consideremos menor que todos  e servos  de todos. Assim não haveria guerras no mundo, se fizéssemos aos homens aquilo que queremos que eles nos façam. Simples assim.
         Nos  seus  últimos  momentos  com  seus amigos na última ceia, Cristo enfatizou a lei do amor. Ora, dizem que as últimas palavras de um homem são as mais importantes.” Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei”. Aqui se resume toda a bíblia e debates teológicos. Na verdade o amor é o fim da lei e o fim de toda liturgia morta e religiosa. A verdadeira religião para com Deus é amar e cuidar daqueles que estão desamparados.
         Infelizmente muitos dos que nos rodeiam não vem a Cristo  também  porque  não veem nenhuma semelhança em nós com  aquele a quem dizemos seguir. Nós julgamos e medimos as pessoas como se fôssemos seus juízes e esquecemos que assim como medimos seremos medidos. Na verdade há uma trave em nossos olhos , todavia nos preocupamos com o argueiro no olho de nossos vizinhos. Se nós nos julgássemos a nós mesmos não seríamos julgados. Deveríamos  analisar mais a nós mesmos e deixarmos de nos preocuparmos tanto com a vida alheia.
         O mandamento de Deus é um só : amem!  Quem pensa ser discípulo de Cristo deve voltar constantemente a este ponto inicial e ver se anda como ele.
        
Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou. Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que desde o princípio ouvistes. Outra vez vos escrevo um mandamento novo, que é verdadeiro nele e em vós; porque vão passando as trevas, e já a verdadeira luz ilumina. Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas.Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo.Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos. (1 João 2:6-11)
        
         Este mandamento não é coisa nova, é tão antigo quanto Deus visto que nunca houve uma era em que Deus não fosse amor . Ele revela o próprio caráter do Senhor que é amor e não pode ser diferente nem exigir nada diferente de nós ao longo de toda a história.
Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor. (Levítico 19:18-19)
Cristo é a própria encarnação do mandamento divino. Suas palavras se harmonizam perfeitamente a lei do Todo poderoso. Quantas vezes ele mesmo não disse isso : não retribua mal com mal, não vos vingueis a vós mesmos, a vingança pertence a Deus, daí a outra face , amai os vossos inimigos etc etc etc.  Amigos, não se engane, Deus é amor e se alguém não ama este tal não é dele.
Como Cristo é insistente : O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Isto vos mando: Que vos ameis uns aos outros.( João 15:12,17). É isto que ele nos manda guardar e fazer, de modo que ele mesmo disse : vós sereis meus amigos, se fizerdes o que vos mando ( Jo 15.14)
Ora, qual a maior característica daqueles que não são de Deus? – a falta de amor com certeza. Cristo mesmo disso : o mundo vos odeia, porque odeia a mim . Se vós fôsseis do mundo, o mundo vos amaria, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia ( v.18-19)
Cristo nos tirou do mundo para andarmos na contra mão, isto é, amando, perdoando, suportando, fazendo o bem a quem nos deseja mal e orando por aqueles que nos caluniam, de modo que seremos odiados por isso, porque negamos aquilo que o mundo é, não amando o mundo nem aquilo que no mundo há.
Se dizemos que amamos a Deus, devemos amar nosso próximo. Pedro disse que daria sua vida por Jesus, mas não estava disposto nem a proteger seus irmãos quanto mais a dar sua vida por Cristo. Por isso o Senhor lhe disse : hoje mesmo me negarás três vezes antes que o gale cante. Oh, amigos, como podemos dizer que amamos a Deus  que está nos céus se não conseguimos nem mesmo amar quem está perto de nós?
Jesus também disse : Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada.Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou. ( Jo 14.21,23)
Mais uma vez seu mandamento é o amor. “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.” Cristo insistia neste mandamento porque ele é o único que realmente importa. Judas não amou seu mestre, não guardou o que ele disse, por isso o traiu, fazendo mal a Jesus e a seus amigos apóstolos. O amor não faz mal a ninguém.
Quero terminar com uma canção de amor primitiva:

 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. 
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.(1 Coríntios 13:1-13)
Oremos : Senhor, ensina-me a amar meu próximo, meus familiares e todos quantos precisam ser amados. Ensina-me a guardar teu mandamento que não é pesado, mas é bom e revela quem tu és. Obrigado por me mostrar tua verdade em Cristo Jesus, amém.


Seguimos Deus

Um Deus vigilante




Pastor Florentino Fernandes


 " E a palavra do Senhor veio a mim: "O que você vê, Jeremias?" Vejo o ramo de uma amendoeira, respondi. O Senhor me disse: "Você viu bem, pois estou vigiando para que a minha palavra se cumpra". Jeremias 1:11,12

A amendoeira tem flores de um branco-rosado, ficando completamente florida na Palestina em janeiro, e seus frutos aparecem em março ou abril. A amendoeira é a primeira árvore a florescer no final do inverno e isto indica que a mudança de estação está chegando. É como se ela vigiasse a chegada da primavera.


O nome hebraico para amendoeira é “shoked” que significa vigilante. Portanto, Deus usa de uma linguagem simbólica para demonstrar suas características, que é a fidelidade, o fato de agir no tempo certo, nunca estar atrasado.


Tem outras verdades relevantes neste texto. Se a amendoeira espera a parte final do inverno para começar a brotar indicando a chegada da primavera, Deus também espera o tempo adequado para cumprir suas promessas iniciando um novo tempo em nossas vidas. Portanto, é evidente que Deus trabalha com três elementos: tempo, promessa e fidelidade.


Ele estabelece tempos na trajetória de nossas vidas para cumprir aquelas coisas que destinou a nós. Quando Ele age assim, o atributo de sua personalidade que fica mais transparente é a fidelidade.


Outro fato interessante é que Deus usa uma linguagem profética simbólica, ou seja, Ele usa um símbolo (a vara de amendoeira) para deixar uma mensagem clara para o profeta: Eu cumpro o que prometo! Eu sou fiel! Eu estou atento as mudanças de tempos e estações! Eu estou pronto para agir no tempo que Eu determinei!


Deus não dorme, é vigilante e cumpre sua palavra! E também se Deus é vigilante como a amendoeira, nós também devemos ser vigilantes como Ele. Devemos vigiar nossas atitudes, vigiar contra o pecado, vigiar o que falamos e vigiar para não cairmos nas armadilhas do inimigo.


Há outra mensagem fortíssima nesta passagem: a palavra de Deus irá se cumprir, quer os adversários de Deus e de Jeremias queiram, quer não. Portanto, o profeta não deveria se intimidar com o fato de se sentir inadequado para a missão que recebeu. Quem iria realizar a obra era Deus! Quem iria guardar o profeta era Deus! Quem iria cumprir totalmente aquilo que havia dito era Deus!


Finalmente, a mensagem que ecoa deste trecho das Escrituras é: não tenha medo de fazer a obra de Deus, pois nosso trabalho não será vão. Ele está conosco, Ele não vai falhar e vai nos guardar para chegarmos a salvo em seu Reino Celestial! Aleluia! Maranata! Ora vem Senhor Jesus!

Amém.


Seguimos Deus

Evangelho do dia 09/082014


Se vocês tivessem fé! - Mt 17,14-20

Quando voltaram para junto da multidão, alguém se aproximou de Jesus, caiu de joelhos e disse: “Senhor, tem compaixão do meu filho. Ele tem crises de epilepsia e passa mal. Muitas vezes cai no fogo ou na água. Levei-o aos teus discípulos, mas eles não conseguiram curá-lo!”'Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei? Trazei aqui o menino.'Então Jesus repreendeu o demônio, e este saiu do menino, que ficou curado a partir dessa hora. Então, os discípulos aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram em particular: “Por que nós não conseguimos expulsar o demônio?” Ele respondeu: “Por causa da fraqueza de vossa fé! Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: 'Vai daqui para lá e ela irá. E nada vos será impossível.”.


Seguimos Deus
Fonte:Portal Paulinas

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Evangelho do dia 05/08/2014

Evangelho (Mt 14,22-36): Logo em seguida, Jesus mandou que os discípulos entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. Depois de despedi-las, subiu à montanha, a sós, para orar. Anoiteceu, e Jesus continuava lá, sozinho. 

O barco, entretanto, já longe da terra, era atormentado pelas ondas, pois o vento era contrário. Nas últimas horas da noite, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Quando os discípulos o viram andando sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: «É um fantasma». E gritaram de medo. Mas Jesus logo lhes falou: «Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!». Então Pedro lhe disse: «Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água». Ele respondeu: «Vem!». Pedro desceu do barco e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. Mas, sentindo o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: «Senhor, salva-me!». Jesus logo estendeu a mão, segurou-o e lhe disse: «Homem de pouca fé, por que duvidaste?». Assim que subiram no barco, o vento cessou. Os que estavam no barco ajoelharam-se diante dele, dizendo: «Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!».

Após a travessia, aportaram em Genesaré. Os habitantes daquele lugar reconheceram Jesus e espalharam a notícia por toda a região. Então levaram a ele todos os doentes; suplicavam que pudessem ao menos tocar a franja de seu manto. E todos os que tocaram ficaram curados.




Fonte:Evangeli.net

Evangelho do dia 04/08/2014

Jesus anda sobre as águas. - Mt 14,22-36

Logo em seguida, Jesus mandou que os discípulos entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. Depois de despedi-las, subiu à montanha, a sós, para orar. A noite chegou, e Jesus continuava ali, sozinho.A barca, porém, já longe da terra, 
era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário.Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Então Pedro lhe disse: “Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água”. Ele respondeu: “Vem!” Pedro desceu do barco e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. Mas ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!” Jesus logo estendeu a mão, segurou-o e lhe disse: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?” Assim que subiram no barco, o vento se acalmou. Os que estavam no barco, prostraram-se diante dele, dizendo: 'Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!'Após a travessia desembarcaram em Genesaré. Os habitantes daquele lugar, reconheceram Jesus e espalharam a notícia por toda a região. 
Então levaram a ele todos os doentes; e pediam que pudessem, ao menos, tocar a barra de sua veste. 
E todos os que a tocaram, ficaram curados. 



Fonte:Portal Pualinas

domingo, 3 de agosto de 2014

Sexualidade! Como educar os filhos?

AA032300O trabalho de oferecer educação sexual aos filhos deverá ser entendido como uma ação da família, algo que já foi implantado desde quando os pais decidiram tê-los. Vencer as resistências sobre esse assunto é demonstrar amadurecimento, equilíbrio pessoal e sexual no processo educativo dos filhos. Pensando assim, pode-se afirmar que a sexualidade não é uma fase que cai de paraquedas no início da puberdade, em torno dos 12 anos, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ela é fruto da relação que foi construída entre a mãe e o filho e do empenho do pai diante da sua função.
A sexualidade não se educa numa lição ou conversa, mas pelo testemunho de uma boa convivência, da presença constante do diálogo, do abraço, do reconhecimento do valor que os pais e os filhos têm no ambiente familiar, além das estratégias próprias que esse conteúdo exige para que seja educado em casa, e não tão somente na escola ou pelos meios de comunicação.
A grande porta aberta e disponível aos filhos está sendo os canais abertos de TV sem total controle dos pais, a exposição de revistas e sites pornográficos, a falta de esclarecimento das dúvidas apresentadas pelos meninos e pelas meninas e a condição de despreparo na qual muitos pais se encontram, fazendo com que as orientações sejam antecipadas ou postergadas.
Atualizar-se para educar os rebentos nessa dimensão não significa que será preciso abandonar o que foi aprendido nas gerações passadas dos seus familiares. Ao contrário dessa ideia, acredita-se ser necessário que os pais tirem proveito do que lhes foi ensinado, atribuindo novos significados e novas formas de ensinar e de aprender. Uma orientação dessa natureza deverá nascer das crenças, dos costumes e princípios da família, mesmo que estejam um tanto quanto ultrapassadas. Caso contrário, os pais viram fantoches das orientações despersonalizadas, sem responsáveis, sem donos, entregues ao vento. Será a partir da sua própria história que os pais deverão nortear essa formação. Portanto, trata-se de uma orientação que não deverá ser terceirizada à escola ou aos meios de comunicação. Uma família cristã deverá considerar os ensinamentos da Igreja e fazer uma opção baseada no Evangelho.
Conversar com os filhos sobre a expectativa que os pais têm em relação à vida sexual deles não deve ser nenhum bicho de sete cabeças, mas algo tão simples quanto falar da vocação profissional, das vestimentas adequadas para determinados ambientes e tantos outros assuntos necessários, a fim de que se estabeleça um vínculo familiar duradouro e fortalecido no amor, na aceitação e no respeito. Mas é justamente nesse assunto que as famílias travam e o rito da virgindade, da proteção e defesa ao corpo não são conversados nem discutidos em família. É encarado ou com muita simplicidade ou com estranha complexidade, virando motivo de crítica, descaso ou um papo de crentes ou de católico carismático. A falsa ideia de que as famílias têm de acompanhar a modernidade as afasta da oportunidade de tentar ser uma célula que gera vida, que se posiciona diante do que é efêmero e do que traz consequências danosas. A omissão não deverá ser entendida como respeito, mas como demonstração do medo que paralisou para agradar a sociedade nascida de um sistema considerado bruto, desigual e desumano. Por que o mundo pode apresentar suas ideias em nossa casa e nós não podemos viver nele de acordo com a nossa formação e com o nosso proceder?
O que você pensa sobre sexualidade? Você é daqueles pais que dizem que o filho tem de ser um pegador e a filha uma princesa? Nós estamos no mundo para fazer a diferença também na forma como conduzimos a nossa sexualidade. Inclusive, é um grande motivo para completar, diariamente, o bem-estar do casal.
Segundo Richard O. Straub, em seu livro ‘Psicologia da Saúde’, no mundo inteiro, mais adolescentes estão se tornando sexualmente ativos numa idade mais precoce do que nunca. A tríade está formada: tabaco, drogas (lícitas e ilícitas) e sexo livre são elementos comuns na vida dos jovens. O estudioso alerta sobre a adolescência de risco quando consideramos a sexualidade de forma tão banal. Com a chegada da puberdade e da adolescência, os filhos se tornam mais responsáveis por sua saúde, tomando decisões que favorecem e algumas que comprometem o seu bem-estar físico psicossocial.
A gravidez indesejada, por exemplo, e as consequências negativas da atividade sexual precoce implicam em vários transtornos que incluem as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs); consequentemente, esse comportamento não produzirá autoestima, mas produzirá tantos outros problemas como já se observa nos dias de hoje. Contudo, não será o discurso moral nem o religioso que dará conta dessa formação. Não se trata apenas de uma condição social, mas genética. Mudanças hormonais, fatores sociodemográficos e a necessidade de aceitação pelo grupo de amigo faz com que o adolescente, de acordo com Straub, comporte-se de forma que o ajude a ser aceito. Essas necessidades deverão estar sob os cuidados da família, da escola, da Igreja e do Estado.
A Palavra de Deus nos diz que o testemunho edifica a alma. Então, o testemunho dos pais é uma grande arma para distorcer as informações que chegam velozmente em nossa casa. Um dia, meu filho me perguntou: “Mãe, quantas vezes na semana você namora o meu pai?”. Eu lhe respondi: “Filho, ainda bem que não tenho essa reposta para lhe dar. Namorar com seu pai não é uma obrigação, é maravilhoso e necessário para o casal”. Continuei: “Mas sei lhe dizer que, quando estamos bem, o namoro sempre acontece; quando estamos chateados, o perdão precisa vir primeiro”. Meu filho sorriu e saiu convencido da resposta. Outro dia, uma irmã de comunidade disse para ele: “Como faço para o meu filho ter a mesma intimidade comigo como vejo que você tem com seus pais?” Ele respondeu: “A uma altura dessa está difícil! Desde que sou pequeno, trocamos roupas e tomamos banho juntos. Aqui em casa, conversa-se sobre tudo, até…” Nesse momento, ele olhou para mim e sua expressão disse tudo: sexualidade!

Fonte:Noticias Católicas Por Judinara Braz (Canção Nova)

Barriga de aluguel: casal abandona bebê com Down e leva só a irmã

Foto do pequeno Gammy no site de financiamento coletivo
Foto do pequeno Gammy no site de financiamento coletivo. Australianos levaram um dos irmãos e o deixaram por ter síndrome de down. Mãe que foi barriga de aluguel não pode pagar custos de cirurgia
Um casal australiano que contratou uma mãe de aluguel na Tailândia abandonou um dos bebês gêmeos porque ele tinha Síndrome de Down, noticiaram jornais australianos e ingleses nesta sexta-feira (1º). Gammy, que agora tem seis meses, tem também uma doença congênita no coração, e uma campanha está levantando fundos para ajudar sua jovem mãe a pagar pela cirurgia em Bangcoc.
Segundo o jornal “Sydney Morning Herald”, a mãe, Pattharamon Janbua, de 21 anos, recebeu US$ 11,7 mil para ser barriga de aluguel para um casal australiano que não podia ter filhos. “Eu perguntei para o agente se tinha que dormir com o homem. Eu era uma menina inocente e não conhecia nada sobre esse negócio”, disse ela.
Janbua disse que três meses após ter recebido o óvulo fecundado, ela descobriu que teria gêmeos. O agente ofereceu a ela US$ 1.673 a mais pelo segundo bebê. No mês seguinte, após fazer exames de rotina, os médicos detectaram a Síndrome de Down. Os pais australianos foram avisados e disseram que não queriam ficar com o bebê, segundo uma fonte ligada à família.
“Eles me disseram para abortar, mas eu não queria pois tenho medo do pecado”, disse a jovem tailandesa, que é budista. Quando os bebês nasceram, o agente levou a menina e deixou o irmão com Down. A jovem nunca viu o casal. Ela disse que o agente não pagou US$ 2.341 do montante acordado.
Uma campanha no site de financiamento coletivo Gofundme visa arrecadar US$ 100 mil para a mãe – em dez dias, mais de mil pessoas já doaram US$ 75,7 mil.

Seguimos Deus
Verdade Gospel com Fonte: G1

Evangelho do dia 03/2014


Evangelho (Mt 14,13-21): Ao ser informado da morte de João, Jesus partiu dali e foi, de barco, para um lugar deserto, a sós. Quando as multidões o souberam, saíram das cidades e o seguiram a pé. Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes. 

Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se dele e disseram: «Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!». Jesus porém lhes disse: «Eles não precisam ir embora. Vós mesmos dai-lhes de comer!». Os discípulos responderam: «Só temos aqui cinco pães e dois peixes». Ele disse: «Trazei-os aqui». 

E mandou que as multidões se sentassem na relva. Então, tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção, partiu os pães e os deu aos discípulos; e os discípulos os distribuíram às multidões. Todos comeram e ficaram saciados, e dos pedaços que sobraram recolheram ainda doze cestos cheios. Os que comeram foram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.



Fonte:Evangeli.net


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Casamento: venenos a evitar e vitaminas para fortalecer

Receitas que podem ajudar na convivência e a crescer na relação amorosa.



Para manter uma boa comunicação no casamento, não basta amar o outro. O
casamento é um projeto de um homem e uma mulher que se nutre das contribuições de ambos os esposos. Os dois devem ser pessoas que evoluam positivamente, contribuindo sempre para o melhor deles mesmos e estabelecendo objetivos, com um plano de vida comum que lhes permita alcançar um maior grau de comprometimento.

Não precisa ser pessoas extraordinárias ou perfeitas, só se requer ser pessoas que saibam amar. A vida matrimonial não é neutra: cada um dos atos dos esposos fortalece o seu amor e abre novas possibilidades ou as deterioram e apequenam.

O amor é como uma planta: precisa de água (afeto, consideração, respeito, confiança...), precisa de adubo (detalhes, intimidade, sonho, alegria...) e precisa de poda (correção dos defeitos, acabar com os maus hábitos...); do contrário, seca. Em outras palavras, uma relação conjugal madura não será possível se não cuidarmos dela no dia a dia, se não a nutrirmos com vitaminas (emoções positivas) e se não a defendermos de tudo aquilo que possa envenená-la ou contaminá-la (emoções tóxicas).

20 venenos a evitar no casamento:

1) Deixar de dizer ao outro que o ama: considerar que ele(a) já sabe

2) Guardar rancor dos error do outro e não querer perdoar

3) Fixar-se só nos erros do cônjuge, e não em suas virtudes

4) Acomodar-se à companhia do outro: pensar que é algo normal e que merecemos de sobra

5) Brincar com o amor que outro sente por você, considerando que existem coisas mais importantes, como sair sozinho(a), o bar, o shopping, os amigos e as amigas

6) Tornar automática e mecânica a relação de amor, deixando de lado os detalhes

7) Não sorrir em casa, reservando o bom humor e a alegria para fora dela

8) Não elogiar o outro naquilo que ele(a) faz bem

9) Ignorar o esposo(a)

10) Não querer ter filhos considerando que eles só dão problemas

11) Julgar as intenções do outro. Interpretar os seus gestos e palavras: “já sei porque está dizendo isso, no fundo você sempre...”

12) Fazer-se de pai ou de mãe para o outro. Praticar as técnicas dos pais com o cônjuge: “faça isso, não faça aquilo, cumprimente, sorria, coma bem...”

13) Utilizar a ironia, o sarcasmo, o grito, a ridicularização, a desqualificação ou o desdém ao dirigir-se ao cônjuge

14) Duvidar, desconfiar, pensar sempre mal, adiantar-se aos acontecimentos negativos

15) Não querer o outro como ele é, mas como idealizamos que fosse (como se isso fosse possível...)

16) Ser passivo, esperar que o outro tome sempre a iniciativa

17) Ser conformista (acomodado). Crer que se estamos bem, melhor não fazer mudanças que “compliquem a vida”

18) Manipular o outro

19) Colocar barreiras ao diálogo: fechar provisória ou habitualmente a comunicação

20) Não se comprometer com os projetos em comum do casal

Agora 20 vitaminas que fortalecem o casamento:

1) Dizer todos os dias ao cônjuge que você o quer bem

2) Aprender a perdoar e a esquecer os erros

3) Fixar-se nas virtudes do cônjuge (lembrando, por outro lado, que você também tem defeitos)

4) Agradecer pela possibilidade de tê-lo(a) ao seu lado

5) Proteger o mais importante que se tem: o amor do outro. Não arriscá-lo e cuidar desse amor com todas as forças

6) Desfrutar em casal dos detalhes, e esforçar-se para ter novos detalhes de amor a cada dia

7) Contagiar com a alegria. Não ser negativo, mas buscar o positivo que as pessoas e as coisas apresentam, ser otimista, ter bom humor e saber rir

8) Admirar e respeitar o outro. Quando alguém ama o outro, é importante lhe dizer o que você gosta nele(a) e valorizar isso. Sempre a partir de uma postura de sinceridade e honestidade, nunca manipulando para conseguir o que se quer

9) Saber ouvir. Sentir-se escutado é muito gratificante

10) Ser leal e permanecer fiel ao compromisso assumido, trabalhar dia a dia para reavivar esse projeto comum, para que a vida se torne gratificante para ambos

11) Ser aberto à vida, cuidar dos filhos. O trabalho e o divertimento não vêm em primeiro lugar

12) Não julgar

13) Respeitar o outro: ele(a) é uma pessoa adulta e responsável. Não precisa de ninguém que lhe diga o que fazer, como fazer ou quando fazer

14) Não deixar que a familiaridade se converta em insensibilidade, falta de respeito ou grosseria

15) Confiar: a relação conjugal deve estar sempre presidida por uma confiança básica, quer dizer, ter a segurança de poder confiar no cônjuge

16) Tomar a iniciativa, ser criativo. Cada um deve assumir a plena responsabilidade pela melhoria da relação. O casamento é coisa dos dois

17) Aceitar as mudanças, compreender que a relação é dinâmica, que tanto um como o outro mudam com o tempo, e que os dois têm de se ajustar a essas mudanças

18) Apoiar o outro, respeitar a sua liberdade e procurar o seu pleno desenvolvimento pessoal

19) Dialogar. A falta de comunicação é uma grande inimiga dos casamentos

20) Comprometer-se. Fazer o melhor de si pelos projetos em comum do casal

Por Javier Escrivá e Ivars, professor da Universidade de Navarra. Artigo publicado na Revista Ser Persona
sources: Revista Ser Persona




http://www.aleteia.org/

Evangelho do dia 02/08/2014

A morte de João Batista - Mt 14,1-12

Naquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos do rei Herodes. Ele disse aos seus cortesãos: “É João Batista! Ele ressuscitou dos mortos; por isso, as forças milagrosas atuam nele”. De fato, Herodes tinha mandado prender João, acorrentá-lo e colocá-lo na prisão, por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe. Pois João vivia dizendo a Herodes: “Não te é permitido viver com ela”. Herodes queria matar João, mas tinha medo do povo,que o considerava como profeta.Por ocasião do aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou diante de todos,e agradou tanto a Herodes 
que ele prometeu, com juramento,dar a ela tudo o que pedisse. Instigada pela mãe, ela disse: 
'Dá-me aqui, num prato, a cabeça de João Batista.' O rei ficou triste, mas, por causa do juramento e dos convidados, ordenou que atendessem o pedido dela. E mandou cortar a cabeça de João, na prisão. Depois a cabeça foi trazida num prato,entregue à moça e esta a levou para a sua mãe.Os discípulos de João foram buscar o corpo e o enterraram. Depois foram contar tudo a Jesus. 



Fonte:Portal Paulinas

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Evangelho do dia 01/08/2014

Evangelho (Mt 13,54-58): Jesus foi para sua própria cidade e se pôs a ensinar na sinagoga local, de modo que ficaram admirados. Diziam: «De onde lhe vêm essa sabedoria e esses milagres? Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? E suas irmãs não estão todas conosco? De onde, então, lhe vem tudo isso?».

E ele tornou-se para eles uma pedra de tropeço. Jesus, porém, disse: «Um profeta só não é valorizado em sua própria cidade e na sua própria casa!». E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles.


Seguimos Deus

quarta-feira, 30 de julho de 2014

A manipulação dos amigos de Jó





João Cruzué

Estive lendo outro dia o final do Livro de Jó, e uma coisa chamou-me a atenção:  a dura cobrança que Deus fez aos três amigos do patriarca por causa  das palavras maliciosas que falaram. Hoje voltei ao mesmo texto para concluir minha meditação.

Por inveja do diabo Deus permitiu que ele fustigasse a Jó para que negasse o nome de Deus. Primeiro o diabo matou  os filhos de Jó pela espada dos sabeus. Depois queimou as ovelhas e seus pastores com fogo vindo do céu. E ainda,  incitando três bandos de caldeus para roubar os camelos e matar os guardadores. E por fim fez com que um grande vento derrubasse as paredes da casa onde os filhos de Jó estavam reunidos.

Mas não ficou só nisso.

Jó ainda continuava fiel e temente a Deus. O diabo então pediu licença para tocar na saúde de Jó. Tão logo o diabo saiu, o corpo de Jó foi ferido com uma  chaga maligna desde a planta do pé até o alto da cabeça.

A mulher de Jó ao ver tanta desgraça, aconselhou: Amaldiçoa a Deus e morre!

A seguir, no mais profundo desespero, Jó recebeu a visita de seus três amigos mais íntimos:  Elifaz, o tenamita; Bildade, o suita e Zofar, o naamatita. E eles ficaram em silêncio contemplando a profunda desgraça de jós por sete dias e sete noites. E passado este tempo, cada um começou a cobrar de Jó um concerto com Deus, porque chegaram os três a uma conclusão: Jó tinha pecados escondidos e Deus agora o estava castigando.

Interessante é notar que depois do capítulo dois, o diabo volta para a penumbra e deixa de ser protagonista no texto, mas continua manipulando a visão das pessoas próximas de Jó para empurrá-lo na cova. Se ele forçou o vento e fez cair fogo do céu, se ele enviou demônios para levar os sabeus e os caldeus para destruírem os herdeiros e o patrimônio do patriarca, da mesma forma sou levado a entender que a fala da esposa e as repreensões dos três amigos mais íntimos tinham também a mão do gato do diabo.

A Bíblia não fala do destino da mulher de Jó. Mas fala da ira de Deus sobre seus três amigos: Elifaz, Bildade e Sofar. E por que será que Deus acendeu sua ira contra os três? Em primeiro lugar eu penso que eles, em nenhum momento perceberam quem foi o autor das desgraças de Jó. E por que o Espírito de Deus não falava pela boca daqueles três homens? E por que o diabo tinha tanta facilidade em usar suas mentes e bocas para fazer um  serviço sujo? Imagino que a resposta pode estar no primeiro capítulo: Sinceridade, retidão, temor de Deus e desvio do mal. Deus cobrou falta de retidão nas palavras dos três. E que palavras eram essas? A princípio cheias de verdade e de sabedoria divina, mas sua fonte era perversa, embora tivessem aparência de santidade tinha origem no coração do diabo. Foram inspiradas para concluir o serviço.



Imagino que os três ficaram muito surpresos quando Deus apareceu e os repreendeu duramente. Mas não estavam eles repetindo corretamente as verdades bíblicas? Sim, estavam. Mas, as estavam falando para a pessoa errada.  As palavras que Deus tinha no coração para que falassem eles nem chegaram perto de conhecer, porque seus corações estavam embotados pelo mau. Religiosos a serviço do diabo. Faz me lembrar a história daquele profeta velho de 1 Reis capítulo 13, em cujo coração só havia cinzas da presença do Espírito Santo de Deus.

Infelizmente, nas Igrejas também há profetas velhos cujo coração há muito está corrompido e quando o diabo precisa de um mensageiro para enganar alguém estão sempre disponíveis. Eles acham que andam na presença de Deus, pensam que estão na presença de Deus, ouvem versículos que os chamam de homens de Deus, mas em seus corações há algo estranho, como que  um vazio e uma tristeza que não tem outra tradução a não ser a ausência do Espírito da alegria de Deus.

E Deus teve misericórdia dos três amigos de Jó. Tanto teve que os repreendeu e ordenou que levassem sete bezerros e sete carneiros para sacrifício de expiação que somente seria aceito com a oração de um homem que andava - de verdade - na presença de Deus. Este homem era nada mais nada menos que Jó. O amigo que eles falsamente acusaram de ter um pecado escondido.

E Jó orou e Deus aceitou sua oração em favor dos três amigos linguarudos e loucos. Loucos, sim, pois Deus  considerou como loucura as palavras de acusação que falaram contra Jó.

E o que mais interessante posso ver no capítulo 42, foi que Deus virou o cativeiro no momento que orava pelos três "amigos". A palavra cativeiro mostra que a má sorte repentina de Jó foi causada pela inveja do diabo, mas dentro da permissão de Deus. Certa vez, diante de um milagre, os discípulos perguntaram para Jesus se a causa daquele mal era um pecado familiar, ao que o Senhor respondeu que não, e sim uma ocasião para revelar a glória de Deus.

Eu sei que há muita gente ferida por aí, depois de ter ouvido besteiras de alguém em cima de um púlpito. Jó teve a má sorte virada quando orava por três faladores de coisas indevidas. Se Jó guardou alguma mágoa das palavras destruidoras de seus amigo, ele logo as esqueceu quando os três vieram pedir oração. E mesmo que não viessem, coração de um homem de Deus não pode ser um ninho de mágoas e ressentimentos, sob pena de perder as bênçãos futuros por falta de liberação de perdão.

Jó voltou a andar com muito mais honra e intimidade diante de Deus porque praticou o perdão. E perdoar é a chave que abre os ferrolhos do cativeiro maligno. O diabo manipula na penumbra pessoas próximas para nos ferir e prejudicar. Com isso ele espera que nos desviemos e, consequentemente, deixemos de receber as maiores bênçãos de nossa vida. E isso pode acontecer quando julgamos errado: que foram as pessoas e não o diabo a causa de nossas quedas, prejuízos e infortúnios.



João Cruzué edita o Olhar Cristão e é colaborador do Tenda na Rocha


Fonte:Atendanarocha

Evangelho do dia 31/07/2014

A parábola da seleção dos peixes
- Mt 13,47-53

“O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que pegou peixes de todo tipo. Quando ficou cheia, os pescadores puxaram a rede para a praia, sentaram-se, recolheram os peixes bons em cestos e jogaram fora os que não prestavam. Assim acontecerá no fim do mundo: os anjos virão para separar os maus dos justos, e lançarão os maus na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes.Compreendestes tudo isso?'Eles responderam: 'Sim.' Então Jesus acrescentou: 'Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.' Quando Jesus terminou de contar essas parábolas,partiu dali.” 


Fonte:Portal Pulinas

terça-feira, 29 de julho de 2014

Evangelho do dia 30/07/2014

Evangelho (Mt 13,44-46): Naquele tempo, Jesus disse às pessoas: «O Reino dos Céus é como um tesouro escondido num campo. Alguém o encontra, deixa-o lá bem escondido e, cheio de alegria, vai vender todos os seus bens e compra aquele campo. 

»O Reino dos Céus é também como um negociante que procura pérolas preciosas. Ao encontrar uma de grande valor, ele vai, vende todos os bens e compra aquela pérola».



Seguimos Deus
Fonte:Evangeli.net