quarta-feira, 17 de abril de 2013

As marcas do ministério de Paulo



Após ler 2 Co 11.23-33 e ter recebido força espiritual da parte de Deus, achei por bem transcrever algumas das dificuldades que permearam a gloriosa carreira que trilhou o doutor dos gentios. Reflitamos, pois, acerca do legado de Paulo a todos os servos de Cristo.

Paulo, durante o seu ministério, vivenciou:
  • Excessivos trabalhos (v.23);
  • Prisões (v.23);
  • Açoites (v.23, 24);
  • Perigos de morte (v.23);
  • Fustigos (v.25);
  • Apedrejamento (v.25);
  • Naufrágios (v.25);
  • Jornadas (v.26);
  • Perigos de rio (v.26);
  • Perigos de salteadores (v.26);
  • Perigos entre os seus compatriotas (v.26);
  • Perigos entre gentios (v.26);
  • Perigos na cidade (v.26);
  • Perigos no deserto (v.26);
  • Perigos no mar (v.26);
  • Perigos entre falsos irmãos (v.26);
  • Trabalhos e fadigas (v.27);
  • Vigílias [noites sem dormir] (v.27);
  • Fome (v.27);
  • Sede (v.27);
  • Jejuns (v.27);
  • Frio (v.27);
  • Nudez (v.27);
  • Preocupação com todas as igrejas (v.28, 29);
  • Perseguição (v.32);
  • Livramento de Deus (v.33).

Enfim, em Filipenses 4.13, Paulo diz: "Tudo posso naquele que me fortalece". E em Romanos 8.37, assinala: "Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou". Glórias ao Pai! Nada "poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Rm 8.39)!

Em Cristo,

João Paulo M. de Souz

Evangelho do dia 17/04/2013

Evangelho (Jn 6,35-40): Jesus lhes disse: «Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede. Contudo, eu vos disse que me vistes, mas não credes. Todo aquele que o Pai me dá, virá a mim, e quem vem a mim eu não lançarei fora, porque eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Esta é a vontade do meu Pai: quem vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia».

Fonte:Evangeli.net
Foto:Google  Imagens

terça-feira, 16 de abril de 2013

Pastor Silas Malafaia no SuperPop responde e esclarece pontos polêmicos – Assista

A participação do Pastor Silas Malafaia nesta segunda 15/04 no programa SuperPop na RedeTV apresentado por Luciana Gimenez trouxe a tona muitos dos assuntos que são exposto a sociedade e foram debatidos de uma forma ordeira e esclarecedora. - Confira, ASSISTA e comente…
O pastor Silas Malafaia como todas as vezes que participa de programas de entrevista causa uma certa polêmica principalmente pela postura diante das questões que são contra os ensinos da Palavra de Deus. Durante a entrevista o pastor defendeu sua fé e disse o que pensa sobre vários temas polêmico da atualidade, como o homossexualismo. Pastor Silas Malafaia também defendeu a liberdade de expressão e religiosa.
Durante o bate-papo ele reafirmou suas opiniões sobre homossexualidade, prostituição, casamento entre pessoas do mesmo sexo e aborto.
Ao final agradeceu a apresentadora por ter conduzido a entrevista de uma forma democrática dizendo: “quem dera na TV brasileira deixasse o outro lado falar” e orou abençoando os telespectadores, a equipe do programa, aos que estavam na plateia e a apresentadora.
Assista a entrevista e comente…





Fonte:   http://blogs.odiario.com
post inforgospel.com.br – com informação RedeTV/SuperPop – via VerdadeGospel – 15/04/13

Palavras cativantes




Jamais alguém falou como este homem. João 7:46

Os mais altamente instruídos ficavam encantados com as palavras de Jesus, e os incultos sempre obtinham benefício delas, uma vez que Ele os conduzia à compreensão. Suas ilustrações eram tiradas das coisas da vida diária e, embora simples, traziam admirável profundidade de sentido. As aves do céu, os lírios do campo, a semente, o pastor e as ovelhas – com essas coisas, Cristo ilustrava a verdade imortal; posteriormente, sempre que Seus ouvintes viam essas coisas da natureza, elas evocavam as palavras dEle. [...]


Cristo Se servia sempre de linguagem simples, no entanto, Suas palavras provavam o conhecimento dos profundos pensadores destituídos de preconceitos. As verdades espirituais devem ser sempre apresentadas em linguagem simples, mesmo quando dirigidas a homens instruídos, pois esses geralmente são ignorantes em relação às coisas espirituais. A linguagem mais simples é a mais eloquente. [...] As palavras de Cristo, tão confortantes e animadoras para os que as ouviam, são para nós hoje em dia. Como um fiel pastor conhece suas ovelhas e delas cuida, assim cuida Cristo de Seus filhos. [...] Jesus conhece intimamente Suas ovelhas, e as que sofrem, as desamparadas são motivo de Seu especial cuidado. [...]

Cristo não designou que Suas palavras voltassem para Ele vazias. [...] Ele mesmo não escreveu nada, mas o Espírito Santo trouxe todas as Suas palavras e ações à lembrança dos discípulos, para que elas pudessem ser relembradas para nosso benefício. A instrução de Cristo foi dada com a maior clareza. Não havia necessidade de ninguém compreendê-la mal. No entanto, os escribas e os fariseus […] interpretaram e aplicaram erroneamente as palavras dEle. As afirmações que eram o pão da vida para o coração faminto foram amargas para os líderes judeus. [...]

No sermão do monte, Cristo falou como se soubesse que os escribas e fariseus cressem no Antigo Testamento. Eles estavam entre a multidão, e os discípulos estavam bem próximos ao amado Mestre. Ali Cristo declarou: “Se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos Céus” (Mt 5:20). Por essas palavras, Ele condenou o formalismo e a hipocrisia daqueles líderes. E apesar de se aplicarem diretamente àqueles que estavam diante dEle, essas palavras também se aplicam às pessoas que, atualmente, não praticam a vontade de Deus (Review and Herald, 18 de maio de 1897).

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-> Texto: Ellen G. White, do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira.
-> Música: Iveline, “Ainda ouço a Sua voz”
-> Narração: Amilton Menezes

Evangelho do dia 16/04/2013

Eles perguntaram: “Que sinais realizas para que possamos ver e acreditar em ti? Que obras fazes? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: ‘Deu-lhes a comer o pão do céu’”. Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, vos digo: não foi Moisés quem vos deu o pão do céu. É meu Pai quem vos dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”. Eles então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão!” Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede”.

Fonte:Paulinas.org
foto google imagens

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Como foi a morte de Timóteo e onde está escrito?


A respeito do apóstolo Timóteo já respondi uma pergunta de um leitor. Lembro agora: Quem era Timóteo? Pergunta de Danilo, Criciuma / SC, e Resposta de Odalberto Domingos Casonatto, em 02/06/2012
Penso que poderás obter muitas informações deste apóstolo com a resposta. Mas lendo novamente notei que não foi narrado o tipo de morte, onde, como e a localização em texto escrito.
Lendo as biografias de Timóteo encontrei uma descrição de sua morte que aparece em vários autores. Tenho que esta seja a que melhor testifica.
A morte de Timóteo pelo martírio acontecido em Éfeso?
Sabemos de acordo com uma tradição que o apóstolo Paulo consagrou Timóteo como bispo de Éfeso no ano 65 d.C., onde ele teria acompanhado a comunidade por 15 anos. No ano 80 d.C. Timóteo tentou impedir uma procissão pagã que acontecia na cidade de Efeso onde os participantes pagãos tornaram-se furiosos o atacaram, arrastaram-no pelas ruas da cidade e o apedrejaram terminando com sua vida. No século IV d. C., suas relíquias foram transferidas para a Igreja dos Santos Apóstolos em Constantinopla. Estes mesmos dados aparecem em vários autores mas não apresentam fontes que atestam. O apóstolo Timóteo é considerado primeiro Bispo de Éfeso, que lá se achava quando chegou São João Evangelista para assumir a direção das Igrejas da Ásia.
Atas e escritos do martírio de São Timóteo.
As atas do martírio de São Timóteo datam do quinto ou sexto século d. C., elas narram sua morte da seguinte forma: No ano de 97, quando era imperador romano Nerva, os pagãos fizeram uma grande festa em homenagem à deusa Diana da cidade, e nesta ocasião organizou-se uma procissão, os pagão cometeram muitas indignidades nesta caminhada. Timóteo, vendo esta abominação e as ofensas ao verdadeiro Deus, pôs-se no meio dos idólatras e discursou energicamente acusando-os do comportamento escandaloso. Esta atitude apostólica de Timóteo provocou uma ira tal da parte dos pagãos que estavam na procissão, que se precipitaram contra ele e o mataram a pedradas e pauladas.
Concluindo: Timóteo é considerado e estimado pelos cristãos ao longo de muitos séculos, morreu no ano de 97, martirizado. Timóteo era o "braço direito" do apóstolo Paulo, seu grande amigo e companheiro, sendo considerado, ao lado do mestre, como o primeiro e corajoso pregador do cristianismo. Quase sempre evangelizaram juntos, mas por várias vezes, Paulo o mandou como representante, em quase todos os lugares. 

Pergunta de Augusta da Silva, Serra / ES
Resposta de Odalberto Domingos Casonatto, em 14/04/2013

Pra nunca mais chorar… (Pai, tô com fome)



Passava do meio dia, o cheiro de pão quente invadia aquela rua, um sol escaldante convidava a todos para um refresco. Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:

- Pai, tô com fome!!!

O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência...

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente...

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!

Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo...

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua...

Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá...

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada...

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse
bife, será que é sola de sapato?!?!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer...

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho...

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas...

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório...

Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada... 

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias...

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho...

Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho...

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando...

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa...

E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres...

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar...

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro....

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno....

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...

Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista...

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...

Ricardinho, o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho:

'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço... Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!

Paulo Roberto Gaefke

A Graça e a Paz de Cristo Jesus,

Moacir Neto

Fonte:http://www.reflexoesevangelicas.com.br

Você fala palavrão?


 
A Palavra de Deus nos adverte que "não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem" (Efésios 4:29, ARA). A nossa boca é fonte de benção e maldição, mas o apóstolo Tiago nos diz que isto não deveria ser assim (Tiago 3:10). Por isso, devemos cuidar do que sai dela. O termo torpe usado por Paulo significa corrompido (do grego sarprós), e, indica toda palavra ou conversa que em si seja prejudicial, desvirtue ou ofenda os ouvidos de quem a recebe; e, isto envolve desde palavrões, mentiras, até a maledicência.

O Senhor Jesus disse que a boca fala do que o coração está cheio (Mateus 15:18-19). Assim, entendemos que quando uma pessoa fala uma palavra torpe, ou corrompida, ela está manifestando uma condição de corrupção em seu coração, isto é, algo que ainda não foi transformado pelo Espírito Santo (Romanos 3:14). Deste modo, o seu testemunho é falso, porque as suas palavras contradizem a santidade de Deus.

A palavra dura que suscita a ira também é torpe, porque ela corrompe a busca de uma disposição pacífica das pessoas (Provérbios 15:1). Provocar a ira de alguém através da repreensão insensata, ou do grito, ou mencionando algo que desperta um doloroso trauma é pecado, porque estamos provocando uma fraqueza no outro, que provavelmente irá levá-lo a pecar. Em vez, de auxiliá-la em sua santificação, na verdade estamos suscitando pecados que deveriam ser mortificados, daí, corrompemos o outro com a nossa palavra e não edificamos.

Nenhum servo de Deus deve falar o que corrompe. Não devemos mencionar palavrões, contar mentiras, falar mal ou enfatizar os defeitos da vida dos outros, nem contar piadas indecentes, ou que ridicularizem com o nome de Deus. É nosso dever transmitir graça aos que nos ouvem, e não pecado. A nossa conversa deve nutrir as necessidades das pessoas e não corrompê-las. Assim, eu desejo a benção de Deus para a sua vida e graça para você!

Autor: Rev. Ewerton B. Tokashiki
Fonte: Igreja Presbiteriana Porto Velho, via Bereianos

Fonte:http://gospelhomeblog.blogspot.com.br

Após coma neurocirurgião lança livro contando que esteve no Céu



O neurocirurgião Eben Alexander III era um cético com 25 anos de profissão, tendo trabalhado no Brigham & Women´s Hospital e na Escola de Medicina de Harvard, entre outros. Há quatro anos, após contrair uma meningite bacteriana, ele viveu uma experiência de quase morte (EQM) durante sete dias de coma e escreveu o livro “Uma prova do Céu” (Ed. Sextante) contando a história que mudou sua vida.

No livro o senhor diz que a consciência não depende do cérebro porque seu neocórtex estava destruído pela meningite bacteriana e, mesmo assim, o senhor viveu uma experiência intensa durante o coma. Os médicos fizeram algum exame para provar que seu neocórtex estava destruído?

As evidências para isso estão exames neurológicos, nas tomografias computadorizadas e ressonâncias magnéticas que foram feitas durante o coma. Eu adoraria que tivessem feito um eletroencefalograma de alta resolução, mas meus médicos não viram razão para isso, já que eu estava devastado pela meningite e não estava em questão o quanto de meu cérebro funcionava, mas se funcionava. Os exames que foram feitos mostram que todo o meu cérebro foi afetado pela meningite de forma profunda.

A neurociência diz que isto é impossível...

Isto porque alguns neurocientistas têm uma visão muito limitada de que a consciência é criada pelo cérebro. E esta visão está fora de moda. Um dos livros que usei como referên cia é o “Irreducible mind: Towards a Psychology for the 21st Century”, 800 páginas com informações e dados que apoiam que a consciência não é local. A neurociência convencional é falha, errada, falsa, cairá em breve e há alguns neurocientistas que dizem que isso não pode ter acontecido comigo, que foi alucinação porque meu neocórtex estava danificado.

Mas os danos no neocórtex não poderiam ter criado as imagens e a experiência, como uma ilusão?

Não. E eu menciono estas hipóteses no livro, antes de escrever tentei descobrir como isso tinha acontecido no meu cérebro. Para mim e para os médicos, com todos os exames e o estado do meu cérebro, não teria como essas experiências terem acontecido. O que parecia inicialmente é que as experiências tinham acontecido quando eu estava voltando do coma, pouco antes de acordar. Mas isto aconteceu 18 horas antes de eu acordar, embora pareça que tenham durado meses. Mesmo depois que eu saí do coma eu falava e interagia com as pessoas como se eu estivesse em um delírio paranoico que durou 36 horas e isto explica meu cérebro tentando voltar. As memórias daquele delírio se perderam em semanas; as memórias do coma profundo estão claras hoje como há quatro anos.

O senhor ainda lembra então?

Sim, no início comecei a escrever tudo com medo de esquecer, mais ou menos como um sonho, que escrevemos com medo que a lembrança vá embora. Mas a memória do período de coma profundo está afiada e clara como se tivesse acontecido hoje.

Quando o senhor saiu do coma questionou a experiência?

Sim, desde o início. Eu achava que o que tinha acontecido não poderia passar de um fenômeno cerebral. Quando saí do coma lembrei de tudo durante o coma e nada antes disso, nada da minha vida, nenhuma palavra, não tinha ideia do que as palavras queriam dizer.

Como se o senhor fosse de outro planeta?

Exatamente. Não havia linguagem na experiência de coma profundo, apenas conceitos mais profundos que nossa mente linguística, por isso foi tão difícil trazê-los de volta.

Mas lendo o livro parece impossível voltar de um coma com o cérebro tão danificado...

Exatamente. Meus médicos dizem que não têm ideia de como isso aconteceu, não há explicação médica para isso. Minha melhor explicação, depois de ler vários relatos de EQM é que as pessoas que voltam, voltam porque escolhem voltar. E têm uma cura milagrosa. Um dos exemplos disso é um livro publicado um ano antes do meu, chamado “Dying to be me”, no qual uma mulher com linfoma em coma tinha linfonodos do tamanho de laranjas por todo o corpo, passou por uma EQM, voltou à vida e nos dias seguintes o câncer desapareceu. Para mim, como curador, isto traz à tona muitas questões interessantes sobre como conseguimos ser curados, como o poder da oração age, como alguém pode usar este poder para curar o corpo físico.

Qual foi a maior mudança na sua vida?

Acredito que a maior mudança tenha sido que minha jornada prova que a consciência não depende do cérebro, está num nível muito mais elevado e esta é a transformação mais profunda que muda tudo. Hoje eu percebo que doenças e dificuldades são oportunidades de crescimento, que estamos aqui por uma razão e que nossas vidas não devem ser fáceis. Estar aqui nos permite exercer o livre arbítrio e podemos escolher um caminho de amor incondicional ou algo completamente diferente. É um entendimento completamente diferente sobre a natureza da existência, do por quê estamos aqui, percebendo que este mundo material é uma ilusão persistente, passado e futuro não são o que parecem ser.

Como no filme “Matrix”?

Algo como aquilo, mas com mais propósito e significado, com mais poder de amor incondicional, que tem poder infinito. Não há nada como o amor incondicional. O mal e a injustiça são distrações para que possamos fazer escolhas, que são o grande presente que Deus nos dá. Mas isto tem um preço que muitas vezes são em forma de dor e sofrimento.

O senhor viu Deus?

Este Deus não é algo que se vê, você sente aquela presença na sua existência. Minha primeira consciência disso foi quando cheguei no portão, vi o vale de borboletas, a luz brilhante, a menina bonita que me acompanhava e os anjos acima. Esta foi minha consciência do divino, do amor incondicional. Deus não tem um rosto, um gênero, é mais poderoso do que se possa imaginar e está acima de qualquer palavra, por isso o chamo no livro de Om, que era o som que eu ouvia quando estava naquele lugar. Deus é uma palavra humana pequena e qualquer descrição que demos está aquém. Por isso é uma piada que a ciência moderna tenha uma teoria para tudo, é como se a ciência fosse um chimpanzé perto do entendimento de tudo.

O senhor é um homem religioso?

Sim, sou muito religioso, sei que Deus é absolutamente real.

Mas de alguma religião específica?

Eu frequento a Igreja Episcopal, sou cristão, embora saiba que as religiões que dizem que são as melhores são parte do pensamento humano disfuncional porque este Deus ama igualmente cristãos, judeus, muçulmanos, ateus, hindus, céticos porque o amor é incondicional e infinito.

Por que o senhor acha que isso aconteceu?

Primeiro eu achava que era um fenômeno cerebral, depois me convenci de que era real mas achava que tinha acontecido no meu cérebro e me perguntava sobre esta situação tão rara que é uma meningite bacteriana em um adulto, geralmente letal, não tenho ideia de como a contraí; passei pelo coma que aparentemente era sem recuperação e eu voltei sem explicação alguma e algumas pessoas dizem que estou melhor do que eu era, em termos de funcionamento cerebral. Tudo isto para mim me ajudou a me manter focado. Tudo isto não tem a ver comigo, não sou eu que sou especial, esta mensagem é que é especial.

O senhor acha que se pode prescindir do cérebro, já que ele não cria a consciência?

O cérebro não cria consciência, ele é um filtro que a reduz para que possamos compreendê-la e funcionar aqui no nosso aqui e agora. Eu tenho um exemplo de um colega de profissão que viu o pai em estado terminal conversar com a alma de sua mãe que tinha morrido num campo de concentração. Ele não via a alma da avó, mas via o pai conversando com ela no quarto do hospital e ouvia as histórias que o pai já tinha contado a ele mas que não tinha podido reproduzir em dois anos porque sofria de demência. Meu amigo sabia que aquilo era real, mas era um neurocientista top e não conseguia explicar aquilo. Quando eu contei minha história ele ficou pasmo e ligou as duas coisas. Outro exemplo são as pessoas que sofrem algum acidente como uma batida na cabeça ou passam por uma doença como um derrame e acessam uma espécie de super habilidade, como memorizar um catálogo telefones ou olhar para um mapa por segundos e reproduzi-lo. Isto é comum no meu campo de atuação e não há explicação. E é este meu ponto: quando se danifica o cérebro se permite o acesso a outras habilidades, a uma consciência maior.

O senhor ainda trabalha como neurocirurgião?

Não fazendo cirurgias. No momento estou muito ocupado e não teria como cumprir as exigências que um paciente exige. Mas espero voltar a lidar com pacientes terminais, com cuidado com pacientes que hoje é diferente para mim.

O senhor se sente estranho sendo um neurocirurgião sem acreditar tanto no cérebro?

Não. Tudo tem a ver com o entendimento de nossa existência. Estou fascinado sobre a consciência mas a ciência convencional não tem conseguido explicar e há uma razão para isso. Estou muito interessado em investigar mais a fundo.


Fonte:O Globo
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Fonte:http://www.hospitaldalma.com/

Evangelho do dia 15/04/2013

Evangelho (Jn 6,22-29): No dia seguinte, a multidão que tinha ficado do outro lado do mar notou que antes havia aí um só barco e que Jesus não tinha entrado nele com os discípulos, os quais tinham partido sozinhos. Entretanto, outros barcos chegaram de Tiberíades, perto do lugar onde tinham comido o pão depois de o Senhor ter dado graças. Quando a multidão percebeu que Jesus não estava aí, nem os seus discípulos, entraram nos barcos e foram procurar Jesus em Cafarnaum. 

Encontrando-o do outro lado do mar, perguntaram-lhe: «Rabi, quando chegaste aqui?». Jesus respondeu: «Em verdade, em verdade, vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes saciados. Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece até à vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois a este, Deus Pai o assinalou com seu selo». Perguntaram então: «Que devemos fazer para praticar as obras de Deus?». Jesus respondeu: «A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou».


Fonte:Evangeli.net
Foto:Google Imagens

domingo, 14 de abril de 2013

DEUS É POR NÓS

 


Algumas vezes é encorajador apenas folhear as Escrituras e encontrar todas as promessas que nos mostram o que Deus pensa de nós, especialmente em um mundo onde as pessoas nos acusam continuamente e apontam o que veem de errado conosco. 
Deus, não apenas é ‘por nós’, como está escrito em Romanos 8, Ele também nos tem dado grandes dons.“Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes”. (Tiago 1:17)
Em outras palavras não há alteração ou modificação em Sua personalidade, a despeito da frequência com que possamos dar voltas. Nenhuma sombra de dúvida de nossa parte pode fazer com que Ele fique mal humorado e não nos dê seus presentes. Falemos sobre graça!
Deus é por nós! Quero que você se lembre disso.
Deus é por nós! Diga, repita estas quatro palavras para si mesmo: Deus é por mim.
Lembre-se amanhã de manhã quando você pensar que Ele não é por nós. Lembre-se quando as coisas que você mais deseja demorarem a acontecer. Lembre-se de quando você falhou e falha. Lembre-se de quando você pecou e as críticas o arrasaram.
Deus é por você. Tome isto para si: Deus é por mim!
Nunca, nunca diga a si mesmo, ou a outros, que Deus não os ama. Isto é heresia. Não há graça nisto. A graça diz: “Meus filhos, mesmo que falhem, Eu, o Senhor, continua e continuará amando vocês”. 
Deus é por nós!
(Charles Swindoll, em “RENOVE SUA ESPERANÇA”)


Fonte:http://mv-deusteabencoe.blogspot.com.br/

Evangelho do dia 14/04/2013


Jesus aparece novamente aos discípulos - Jo 21,1-19

Depois disso, Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Gêmeo, Natanael, de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos dele. Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Nós vamos contigo”. Saíram, entraram no barco, mas não pescaram nada naquela noite. Já de manhã, Jesus estava aí na praia, mas os discípulos não sabiam que era Jesus. Ele perguntou: “Filhinhos, tendes alguma coisa para comer?” Responderam: “Não”. Ele lhes disse: “Lançai a rede à direita do barco e achareis”. Eles lançaram a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. Então, o discípulo que Jesus mais amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu e arregaçou a túnica (pois estava nu) e lançou-se ao mar. Os outros discípulos vieram com o barco, arrastando as redes com os peixes. Na realidade, não estavam longe da terra, mas somente uns cem metros. Quando chegaram à terra, viram umas brasas preparadas, com peixe em cima e pão. Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que apanhastes”. Então, Simão Pedro subiu e arrastou a rede para terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e apesar de tantos peixes, a rede não se rasgou. Jesus disse-lhes: “Vinde comer”. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-se, tomou o pão e deu a eles. E fez a mesma coisa com o peixe. Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos. Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. Jesus lhe disse: “Cuida dos meus cordeiros”. E disse-lhe, pela segunda vez: “Simão, filho de João, tu me amas?”. Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. Jesus lhe disse: “Apascenta minhas ovelhas”. Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque lhe perguntou pela terceira vez se o amava. E respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que te amo”. Jesus disse-lhe: “Cuida das minhas ovelhas. Em verdade, em verdade, te digo: quando eras jovem, tu mesmo amarravas teu cinto e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te amarrará pela cintura e te levará para onde não queres ir”. (Disse isso para dar a entender com que morte Pedro iria glorificar a Deus.) E acrescentou: “Segue-me”.

Fonte:Paulinas .org

sábado, 13 de abril de 2013

Poder na palavra


"Com ela bendizemos a Deus o Pai e com ela amaldiçoamos os homens feitos à semelhança de Deus."Tiago 3:9

Ouvi no sermão de hoje este versículo de Tiago, que se refere à língua, pequeno órgão com que podemos construir e destruir.
Interessante que a advertência é feita para cristãos - pois somos nós que bendizemos a Deus.
Se bendizemos a Deus e amaldiçoamos ao próximo, não estamos na verdade louvando ao Senhor, pois o que Ele nos pede é que O amemos e da mesma forma que amemos a nosso irmão.
Vamos lembrar: nosso louvor só será completo se bendizemos a Deus nosso Pai e expressamos simpatia e amor por nosso irmão, criatura de Deus. 
E tenhamos consciência da importância de nossas palavras dirigidas a alguém, capazes de fazer com que esta pessoa -  nosso cônjuge, nosso familiar, nosso filho, nosso amigo ou vizinho, ou mesmo um passante que encontramos se sinta derrotado e triste ou vitorioso e feliz.


Fonte:versiculopalavra.blogspot.com.br